Essa aconteceu em
Teixeira. E tem direito de compor o anedotário político paraibano. Já
que não é frequente que uma eleição para presidência da Câmara Municipal
resulte em dois presidentes eleitos.
Pois este é o impasse
criado após a eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de Teixeira,
realizada no dia 26 de setembro e que ainda perdura até hoje. O motivo
da confusão é que vale a história.
A eleição se deu da
forma mais básica possível. Dois candidatos. O presidente atual da
Câmara, Ederivaldo Macário (foto ao lado), candidato à reeleição, contra
Pedro Bento, que resolveu disputar o cargo após reclamar de quebra de
acordo por parte do adversário, de quem esperava o apoio para ser eleito
por unanimidade.
Duas chapas formadas,
começa a eleição. Registrado um empate, o voto de minerva foi dado pelo
vereador Francisco Jarbas, candidato a vice-presidente na chapa de
Edverivaldo. O resultado seria previsível com a vitória para a reeleição
de Ederivaldo se não fosse por uma simples razão: na hora de votar,
Francisco Jarbas votou na chapa 2, a de Pedro Bento, dando vitória ao
adversário!
Mas a confusão não parou
por aí. Ao perceber o equívoco, Jarbas correu para corrigir o voto.
Piorou. Pegou o microfone e disse: – Eu “ratifico” meu voto! Ou seja, no
lugar de dizer “retifico” acabou reafirmando o voto errado, permitindo a
comemoração pela turma de Pedro Bento. A confusão política, provocado
pelo deslize gramatical, até hoje é assunto em Teixeira.
Fonte: Luís Torres
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